Estamos de volta!

Bom dia Galera!

Estamos aqui para discutir sobre esse tema tão fascinante que é o CLP – Controlador Lógico Programável – que pode ser definido como um dispositivo de estado sólido – um Computador Industrial, capaz de armazenar instruções para implementação de funções de controle (seqüência lógica, temporização e contagem, por exemplo), além de realizar operações lógicas e aritméticas, manipulação de dados e comunicação ern rede, sendo utilizado no controle de Sistemas
Automatizados.
Vimos em outros post sobre os principais blocos que compõem o CLP, são eles: CPU (Central Processing Unit – Unidade Central de Processamento);
Circuitos/Módulos de I/O (Input/Output – Entrada/Saída);
Fonte de Alimentação e
Base ou Rack.

Podendo ser ainda composto por Circuitos/Módulos Especiais: contador rápido (5 KHz, 10 KHz,100 KHz, ou mais), interrupção por hardware, controlador de temperatura, controlador PID, co-processadores (transmissão via rádio, posicionamento de eixos, programação BASIC, sintetizador de voz, entre outros) e comunicação em rede, por exemplo.

Como podemos notar, o CLP está a cada dia se superando mais, fazendo com que a indústria de automatização cresça constantemente e rapidamente para que as operações se tornem automáticas, o interessante de tudo isso é, temos que está preparado para as mudanças da nossa geração!!!

Estarei mais ativo no blog…
Grato pela visita de cada um!!!

I WorkShop de Redes – IESPES

Olá leitores!
Estamos fugindo o pouco do proposto, mas não se preocupe, pois estamos aqui para lembrar do I Workshop de Redes – IESPES – com o seguinte tema: “Segurança em Redes”, todos aqueles que querem participar por favor se dirijam a Instituição de Ensino Superior Esperança -IESPES -, para fazer sua matrícula, a programação irá começar no dia 23 e irá até dia 25 de junho, com palestras a noite e mini-cursos de manhã e tarde.
Mini-cursos:
1 – Tema: Segurança para terminais leves de aplicativos Windows, carga horária de 4h, Prof. Augusto Baia – IESPES.
Horário: 08 às 12 horas OU 14 às 18 horas

2 – Tema: ITIL, carga horária de 4h, Prof. Márcia Moutinho – IFPA.
Horário: 08 às 12 horas

3 – Tema: HLBR, carga horária de 8h, Acadêmico UFOPA Luiz Felipe.
Horário: 14 às 18 horas

4 – Tema: Configurando Proxy e Firewall com ISA Server, carga horária 4h, Prof. Augusto Baia – IESPES.
Horário: 14 às 18 horas

5 – Tema: Configuração de Redes Wireless, carga horária de 4h, Prof. Rodrigo Sousa – IFPA.
Horário: 14 às 18 horas

Palestras:

Dia 23
Fabricio Rossy (UFOPA)
Palestra: Simulação Computacional

Adriano Del Pino Lino (UFOPA)
Palestra: Sistemas de Apoio a Decisão

Dia 24
Sidnei Baumann (IESPES)
Palestra: Oratória para trabalhos acadêmicos

Luiz Felipe (UFOPA)
Palestra: FASOL

Dia 25
Alunos de Redes do IESPES
Tema: a definir

Caro leitores!
Espero que vocês venha prestigiar esse evento, que conta a presença de grandes pessoas da nossa cidade.

No nome da Tâmia Lacerda, quero parabenizar a todas as meninas do CEULS/UBRA que estar movendo esse evento, juntamente com os acadêmicos de Redes de Computadores do IESPES.

PARTICIPEM…..

Módulo

1. Módulo CPU

Pontos importantes:

1.1. Tempo de Varredura (Scan Rate)
É o tempo de execução completa do programa, que compreende a leitura das entradas, a execução da lógica programável e a atualização das saídas.

1.2. WDT (Watch Dog Timer)• O WDT monitora, via hardware, o tempo de varredura do CLP e tem a função de aumentar a segurança do sistema; se o tempo de varredura de um programa for maior que o tempo estabelecido do WDT, a CPU será automaticamente resetada, um sinal de erro será ativado e todas as saídas serão desligadas;
• O alarme de WDT pode ser causado por uma falha de hardware ou então no programa do usuário (lógicas muito extensas loops infinitos, etc..).

1.3. Canais de Comunicação Serial
Os canais seriais são utilizados para se conectar vários periféricos, entre eles:
• PC (Personal Computer, utilizado para transferência de programa, configuração do CLP, diagnose e backup);
• IHM (Interface Homem-Máquina, utilizada para incrementar os recursos de operação, preparação e manutenção);
• Impressoras.
Padrões usuais: RS232 e RS485 (este último para se comunicar a distâncias maiores que 100m, limitado a 1000m).

Principais Blocos

Os principais blocos que compõem um PLC são:

CPU (Central Processing Unit – Unidade Central de Processamento): compreende o processador (microprocessador, microcontrolador ou processador dedicado), o sistema de memória (ROM e RAM) e os circuitos auxiliares de controle;

Circuitos/Módulos de 1/0 (Input/Output – Entrada/Saída): podem ser discretos (sinais digitais: 12VIDC, 11OVAC, contatos normalmente abertos, contatos normalmente fechados) ou analógicos (sinais analógicos: 4-2OmA, 0-1 OVDC, termopar);

Fonte de Alimentação: responsável pela tensão de alimentação fornecida à CPU e aos Circuitos/Módulos de 1/0. Em alguns casos, proporciona saída auxiliar (baixa corrente);

Base ou Rack: proporciona conexão mecânica e elétrica entre a CPU, os Módulos de 1/0 e a Fonte de Alimentação. Contém o barramento de comunicação entre eles, no qual os sinais de dados, endereço, controle e tensão de alimentação estão presentes.

Pode ainda ser composto por Circuitos/Módulos Especiais: contador rápido (5kHz, 10kHz, 100kHz, ou mais), interrupção por hardware, controlador de temperatura, controlador PID, co-processadores (transmissão via rádio, posicionamento de eixos, programação BASIC, sintetizador de voz, entre outros) e comunicação em rede, por exemplo.

Isolamento Ótico: Uma tarefa importante que a seção de entrada de um PLC executa é o isolamento. A CPU do PLC deve ser protegida do mundo exterior mas deve ser capaz de receber dados de entrada dele. O isolamento ótico executa tipicamente esta função. Nenhuma conexão elétrica existe entre o mundo exterior e a CPU, e os dois são separados oticamente. Entretanto, o mundo exterior fornece um sinal que liga uma luz na placa da entrada. A luz ilumina um receptor, e o receptor é ligado.

A luz separa a CPU do mundo exterior até tensões muito altas. Mesmo se houver um surto grande da eletricidade, a CPU fica segura. (Naturalmente, se a tensão for extremamente grande, o isolamento poderia falhar e causar uma falha do circuito.) O isolamento ótico é usada para entradas e saídas.
Os módulos de entrada fornecem os vários dispositivos de auxílio e pesquisa de defeitos para usuário. Há normalmente LEDs (diodos emissores de luz) para cada entrada. Se a entrada está ativada, a CPU deve enxergar a entrada como um 1.

Área de Atuação

Controladores Lógicos Programáveis (CLP) permite a inserção no mercado de trabalho para os técnicos em programação de PLC’s (CLP) que não se restringe à cidade de São Paulo, uma vez que a amplitude de empresas que necessitam deste profissional é crescente a cada dia, podendo atuar em: Indústria Farmacêutica, Área de Produção: Operação e controle da produção, Manutenção e Instalação de Equipamentos de Automação e Controle, Elevadores e Sistemas de Segurança(Bancária e Comercial), Área de Produção: Operação e Controle da Produção, Instalação e Manutenção de Equipamentos de Automação e Controle, Indústria de Alimentos e Bebidas, Emissoras de Televisão, Estúdios de Vídeo, Instalação e Manutenção de Equipamentos de Cine-Vídeo.

Podemos notar que é muito extensão a Área de Atuação desse profissional de CLP,

Divisão Histórica

INTRODUÇÃO CONCEITUAL – HISTÓRICO

Desde o seu aparecimento, até hoje, muita coisa evoluiu nos controladores lógicos, como a variedade de tipos de entradas e saídas, o aumento da velocidade de processamento, a inclusão de blocos lógicos complexos para tratamento das entradas e saídas e principalmente o modo de programação e a interface com o usuário.

DIVISÃO HISTÓRICA

Podemos didaticamente dividir os CLPs historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado:
1a. Geração: Os CLPs de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP, ou seja, para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada, gravando – se o programa em memória EPROM, sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP.
2a. Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento, possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor“ no CLP, o qual converte (no jargão técnico, Compila), as instruções do programa, verifica o estado das entradas, compara com as instruções do programa do usuário e altera os estados das saídas. Os Terminais de Programação (ou Maletas, como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado.
3a. Geração: Os CLPs passam a ter uma Entrada de Programação, onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado, podendo alterar, apagar, gravar o programa do usuário, além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks.
4a. Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC), os CLPs passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens, possibilidade de simulações e testes, treinamento e ajuda por parte do software de programação, possibilidade de armazenamento de vários programas no micro, etc.
5a. Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLPs, de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento de outro fabricante, não só CLPs, como Controladores de Processos, Sistemas Supervisórios, Redes Internas de Comunicação e etc., proporcionando uma integração afim de, facilitar a automação, gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas, fruto da chamada Globalização. Existe uma Fundação Mundial para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação.

“Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados, é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos.” (Tácio Santana – http://automacao-tec.webnode.com.br/tecnologias/industrias/clps/)

Assim que conseguirmos postaremos as fotos de cada geração para ficar melhor compreendido por nós, de como era, e de como é os CLPs.

Como funciona o CLP?

1.1. COMO FUNCIONA O CLP?
De modo simplista, o CLP funciona basicamente por um sistema de controle sobre processos. Para que esse controle seja correto é preciso que o processo que se deseja controlar seja monitorado, papel este desempenhado por sensores. O CLP então atua sobre o processo com base nas leituras dos sensores, por meio de atuadores. Observe a figura 1:

Figura 1 — Diagrama em Blocos de um Sistema de Automação.

1.1.1 HARDWARE
Basicamente o hardware de um CLP pode ser dividido em três partes:

1.1.2. FONTE DE ALIMENTAÇÃO
Atualmente a maioria das fontes de CLP é chaveada e apresenta uma tensão de saída única de 24 Vcc. Ela serve para alimentar os módulos de entrada e saída e CPU ao mesmo tempo. Esta tensão possui algumas vantagens sobre outras (como 5 Vcc, por exemplo) por poder ser facilmente regulada para tensões menores, ter uma maior imunidade a ruídos elétricos e ser compatível com o padrão RS-232 de comunicação.

1.1.3. CPU (Central Processor Unit) OU UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO
A CPU pode ter inúmeras naturezas. Logo no início eram usados micro controladores ao invés de microprocessadores, devido ao custo-benefício. Atualmente, com exceção de alguns pequenos CLP’s, os tipos industriais utilizam microprocessadores padrão IBM-PC. Muitas vezes a CPU é a mesma que a de um PC, mudando apenas o aspecto construtivo.

1.1.4. INTERFACES E/S (Entrada e Saída, ou do inglês I/O – Input and Output)
São as portas por onde entram e saem sinais do CLP. Ao trazer uma informação do mundo externo o CLP também precisa enviar um comando baseado nesta informação. Estas entradas e saídas podem se do tipo analógica ou digital.

1.2. PROGRAMAÇÃO
Para que um CLP funcione corretamente ele precisa ser programado para desempenhar a função que desejarmos. Isso quer dizer que ele não vem pronto de fábrica para ligar onde quisermos, é preciso que se diga a ele o que fazer com as informações que o mesmo receber através de suas entradas.
A programação do CLP é feita por meio de uma Ferramenta que pode ser um Programador Manual (Terminal de Programação, Handheld Programmer), ou um PC com Software de Programação específico (ambiente DOS ou Windows).


Figura 2 — Controlador Lógico Programável e interface gráfica do programa em ambiente Windows.

Curiosidade sobre CLP

O Controlador Lógico Programável, ou PLC (Programmable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido – um Computador, capaz de armazenar instruções para implementação de funções de controle (seqüência lógica, temporização e contagem, por exemplo), além de realizar operações lógicas e aritméticas, manipulação de dados e comunicação em rede, sendo utilizado no controle de Sistemas Automatizados. Nasceu dentro da General Motors, em 1968, devido a grande dificuldade de mudar a lógica de controle dos painéis de comando a cada mudança na linha de montagem. Tais mudanças implicavam em altos gastos de tempo e dinheiro.
Sob a liderança do engenheiro Richard Morley, foi preparada uma especificação que refletia as necessidades de muitos usuários de circuitos e relés, não só da indústria automobilística como de toda a indústria manufatureira.
Nascia assim um equipamento bastante versátil e de fácil utilização, que vem se aprimorando constantemente, diversificando cada vez mais os setores industriais e suas aplicações.
Esta alternativa tecnológica, viável, acessível e concisa, torna a vida mais fácil e dinâmica, podendo facilitar desde atividades domésticas a industriais. A utilização desta ferramenta pode viabilizar excelente controle de mecanismos que precisam ser monitorados e obedecer a determinadas atividades, rotinas e preocupações obedecendo a comandos previamente estabelecidos.
Atualmente em Santarém, existe carência na prestação deste serviço, que por se tratar de uma tecnologia pouco conhecida, deixa de ser explorada por falta de conhecimento técnico e dos benefícios deste mecanismo. A Controle e Monitoramento Inteligente trazem a você, a sua empresa, organização e instituição, a oportunidade de vislumbrar um pouco mais do que a tecnologia tem de bom a nos oferecer.

CLP – Controlador Lógico Programável

CLPs surgem como uma alternativa de praticidade, mobilidade e controle inteligente de equipamentos eletrônicos de automatização e gerenciamento local ou remoto de sistemas de manipulação de dados.

Controlador Lógico Programável

Estamos trabalhando com o Controlador Lógico Programável – CLP, para melhorar nossa vida, em relação a praticidade e segurança.
Entre em contato conosco caso haja interesse.

O que é CLP?
São equipamentos eletrônicos utilizados em sistemas de automação flexível. São ferramentas de trabalho muito úteis e versáteis para aplicações em sistemas de acionamentos e controle, e por isso são utilizados em grande escala no mercado industrial.

PERSPECTIVA DE MERCADO
As empresas estão se reorganizando para atender as necessidades atuais de aumento de produtividade, flexibilidade e redução de custos. Destas necessidades surgiram as necessidades de os equipamentos se adequarem rapidamente às alterações de configurações necessárias para produzirem diversos modelos de produtos, com pequenas alterações entre si.

AUTOMATIZAR
Com o passar do tempo e a valorização do trabalhador, foi preciso fazer algumas alterações nas máquinas e equipamentos, de forma a resguardar a mão-de-obra de algumas funções inadequadas à estrutura física do homem. A máquina passou a fazer o trabalho mais pesado e o homem, a supervisioná-la. Automatizar um sistema, tornou-se muito mais viável à medida que a Eletrônica avançou e passou a dispor de circuitos capazes de realizar funções lógicas e aritméticas com os sinais de entrada e gerar respectivos sinais de saída. Com este avanço, o controlador, os sensores e os atuadores passaram a funcionar em conjunto, transformando processo em um sistema automatizado, onde o próprio controlador toma decisões em função da situação dos sensores e aciona os atuadores.

VANTAGENS
Menor espaço;
Menor consumo de energia elétrica;
Reutilizáveis;
Programáveis;
Maior confiabilidade;
Maior flexibilidade;
Interfaces de comunicação com outros CLPs e computadores.

APLICAÇÕES
Comando de Semáforos;
Controle de Sistemas de Iluminação;
Sistemas de Alarme;
Comando de Portas ou Cancelas;
Sistemas de Transporte;
Sistemas de Energia;
Sistemas de Refrigeração e Ar-Condicionado;
Sistemas de Ventilação;
Controle de Silos e Elevadores;
Entre outras.

Aqui passamos um resumo sobre CLP, é algo que podemos ver e vivenciar a cada dia em nossa vida.